quarta-feira, 12 de maio de 2010

Ator mirim de "Two and a Half Men" é a criança mais bem paga da TV

O ator Angus T. Jones, 16, o Jake da série "Two and a Half Men", é a criança mais bem paga da televisão americana hoje, segundo um levantamento feito pelo jornal "New York Post".

Jones ganha US$ 250 mil (cerca de R$ 446 mil) para gravar cada episódio da série, que está atualmente em sua sétima temporada.
Em sexto lugar, ficou a atriz e cantora Miley Cyrus, estrela de "Hannah Montana", que ganha US$ 15 mil por episódio, o que é considerado um salário baixo para uma estrela da TV.
Segundo o jornal, Miley ganha o dobro deste valor por um show --e isso sem incluir seus CDs e sua recente carreira no cinema.
Ainda de acordo com o jornal, as crianças recebem apenas 30% ou 40% desses valores, já que são descontados impostos.

Veja a lista completa dos atores mirins mais bem pagos da televisão nos EUA:

1. Angus T. Jones, 16 - "Two and a Half Men" - US$ 250 mil por episódio
2. Miranda Cosgrove, 16 - "iCarly" - US$ 180 mil por episódio
3. Selena Gomez, 17 - "Wizards of Waverly Place" - US$25 mil por episódio
4. Dylan e Cole Sprouse, 17 - "The Suite Life" - US$ 20 mil cada um por episódio
4. Keke Palmer, 16 - "True Jackson" - US$ 20 mil por episódio
5. Miley Cyrus, 17 - "Hannah Montana" - US$ 15 mil por episódio
5. Rico Rodriguez, 11 - "Modern Family" - US$ 15 mil por episódio
6. Demi Lovato, 17 - "Sonny With a Chance" - US$ 12 mil por episódio
6. Victoria Justice, 17 - "Victorious" - US$ 12 mil por episódio
6. Atticus Shaffer, 11 - "The Middle" - US$ 12 mil por episódio

bye

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Novo Photoshop facilita a manipulação de imagens


Mexer nas articulações de figuras com mais facilidade é um dos recursos da nova versão do Photoshop, o mais famoso programa para tratamento de imagens, que foi lançado no Brasil na semana passada.

A Adobe Creative Suite 5 Master Collection traz ainda outros programas, mas a estrela é o manipulador de imagens, que permite realizar efeitos que parecem mágica, como se vê em alguns vídeos de demonstração apresentados pela empresa no YouTube (www.bit.ly/exemplos) --recompor imagens e redirecionar o foco são alguns deles.

A interface do programa não mudou muito. Uma das novidades vistas na versão recebida para testes é o gerenciador de interface Workspace, que possibilita uma configuração de janelas e funções rápidas conforme o uso --3D, Design, Painting Photography, Motion ou configurações criadas pelo usuário.

Já no caso das ferramentas, um destaque é a Puppet Warp, que cria uma malha em uma imagem recortada e permite movimentar com facilidade as partes articuladas da figura -um braço erguido, por exemplo, pode ser dobrado, ou um jogador dando um chute pode ser transformado rapidamente em um atleta de joelhos.

Outra ferramenta bacana é a Mixer Brush Tool, que permite fazer que uma foto comum pareça ter sido pintada com pincéis -um registro de aniversário pode ser transformado em um retrato renascentista.

Também bastante útil é a Content Aware Fill, que "entende" as imagens mostradas na tela. Nos testes, funcionou bem para identificar e eliminar da composição elementos pequenos, como antenas, galhos, pontos; com objetos maiores, o desempenho não foi tão bom, exigindo a realização de operações de conserto para reparar áreas borradas.

Parecida com essa função, a Content Aware Scale tem um resultado bom para remover objetos de cena, especialmente no caso de objetos maiores e mais bem definidos.

Outro recurso bem útil é o de redimensionamento da imagem (Image Editing With Constraints). Com essa ferramenta, o designer pode achatar ou alongar um objeto da imagem sem afetar os outros. Isso permite, por exemplo, aproximar do primeiro plano objetos que estão distantes.

Em português, o Photoshop CS5 tem preço de referência de US$ 1.111; em inglês, sobe para US$ 1.300; o pacote completo, CS5 Master Collection, custa US$ 5.142,35 (versão híbrida ou em inglês).

Para aproveitar melhor os recursos do editor de imagens, uma opção é o uso de equipamento específico para desenho, como uma mesa digitalizadora. A Folha testou, junto com o programa, o tablet Intuos 4 M, da Wacon, de design elegante e compacto, adequado para locais de trabalho com limitações de espaço.

O aparelho traz botões na lateral com visores iluminados, o que ajuda a poupar tempo com atalhos, tanto para destros quanto para canhotos.

O desenho feito na tela da mesa digitalizadora aparece com perfeição no monitor, graças, entre outros fatores, aos 2.048 níveis de pressão compreendidos pelo aparelhos.

A caneta especial para desenhar na tela não perde a precisão mesmo com inclinação, e você pode trocar as pontas da caneta de acordo com a necessidade.

fonte: Folha online

Muito bom estas novidades, para que possamos nos entender melhor com nossas imagens.

beijos

terça-feira, 20 de abril de 2010

OUVIR MOZART O TORNA MAIS INTELIGENTE?


Ouvir Mozart o torna mais inteligente?

Estudos não comprovaram o mito de que ouvir Mozart torna as pessoas mais inteligentes
Você não se sente culto ao sintonizar a estação de música clássica no rádio ou na internet e ouvir uma ópera ou uma sinfonia de um grande compositor como Mozart? Baby Einstein, uma empresa que faz DVDs, vídeos e outros produtos para bebês incorporando arte, música e poesia clássica, é uma franquia de 1 milhão de dólares. Pais compram os produtos porque acreditam que a exposição à grande arte (como os DVDs e CDs Baby Mozart) pode ser bom para o desenvolvimento cognitivo de seus filhos. Há até CDs de música clássica criados para ser tocados durante a gravidez, para o feto em desenvolvimento. A ideia de que ouvir música clássica pode aumentar sua capacidade cerebral se tornou tão popular que foi apelidada de "O efeito Mozart". Então como esse mito começou?
Nos anos 1950, um médico de ouvido, garganta e nariz chamado Albert Tomatis começou a tendência, alegando que o uso da música de Mozart foi um sucesso para ajudar pessoas com distúrbios de fala e de audição. Nos anos 90, 36 estudantes em um estudo da Universidade da Califórnia em Irvine ouviram 10 minutos de uma sonata de Mozart antes de fazerem um teste de QI. De acordo com Gordon Shaw, o psicólogo encarregado do estudo, a pontuação dos estudantes subiu em torno de oito pontos. O efeito Mozart acabava de nascer.

Um músico chamado Dan Campbell registrou a frase e criou uma linha de livros e CDs baseados no conceito, e Estados como a Geórgia, a Flórida e o Tennessee separaram dinheiro para música clássica para bebês e outras crianças pequenas. Campbell e outros foram mais longe, afirmando que ouvir Mozart pode até melhorar a saúde das pessoas.

Contudo, o estudo da UC Irvine original foi controverso na comunidade científica. Frances Rauscher, pesquisador envolvido no estudo, declarou que eles nunca afirmaram que ouvir Mozart tornava as pessoas mais inteligentes; apenas que aumentava o desempenho em certas tarefas espaço-temporais. Outros cientistas foram incapazes de reproduzir os resultados originais, e não há atualmente nenhuma informação científica para provar que ouvir Mozart, ou qualquer música clássica, faz alguém ficar mais esperto. Rauscher até disse que o dinheiro gasto por aqueles Estados seria de mais utilidade em programas de música - há algumas evidências que mostram que aprender um instrumento melhora a concentração, a auto-confiança e a coordenação.

Mozart certamente não pode lhe fazer mal, e você até pode gostar dele se você tentar, mas não conseguirá ficar mais inteligente.

fonte: Uol

Particularmente, gosto muito de ouvir Mozart, nunca pensei em me tornar mais inteligente por isso, mas a música dele me faz muito bem, me deixa alegre e feliz.

beijos

 
©2007 '' Por Elke di Barros